“Mudo meu jeito de falar, de andar, enfim, todo o comportamento. E o figurino também ajuda bastante”, explica Juliana, que completou 16 anos em abril. A diferença de três anos não seria tanta se não marcasse mudanças cruciais na personalidade da adolescente. Atualmente, Bia, como é chamada pelos amigos e parentes, vive a expectativa de trocar seu primeiro beijo com Raul, de Lucas Cotrim.
“A minha reação hoje a esses sentimentos é bem diferente de quando eu era mais novinha. E o engraçado é que muitos fãs da novela estão nessa fase. O retorno do público sobre esse assunto é enorme”, conta.
Mas não foram os conflitos amorosos de Bia que mais surpreenderam Juliana nesse trabalho. Há poucas semanas, ela ouviu o desabafo de uma telespectadora que, assim como sua personagem, convive com o pai alcoólatra há 12 anos. “Nessa hora, você percebe que esses problemas não existem só nas novelas e fica clara a nossa função social”, analisa, com ar maduro.
Nome: Juliana Tavares Xavier
Nascimento: 21 de abril de 1995, em Brasília
Primeira aparição na TV: Em Bicho do Mato, exibida pela Record em 2006, como Jaci
Atuação inesquecível: “Na minha estreia, em Bicho do Mato. Eu não tinha técnica nenhuma, minha interpretação era pura emoção”
Interpretação memorável: Selton Mello protagonizando o filme Meu Nome Não É Johnny, de Mauro Lima, lançado em 2008
Momento marcante na carreira: “Eu estava na rua, jogando bola com meu irmão e amigos. Minha mãe me chamou do portão e disse que tinham ligado da Record, que eu tinha de ir para o Rio no dia seguinte. E, assim, nos mudamos”
Ao que assiste: “Filmes. E não perco a minha novela. Só não vejo se estiver trabalhando”
Ao que nunca assiste: Canais de esporte
O que falta na TV: “Espaço para o cinema brasileiro e, principalmente, para os curtas-metragens. Tirando o Canal Brasil, não vejo ninguém exibindo”
O que sobra na TV: “Acho que não precisava sair nada, só redistribuir melhor o espaço. Dá para ter de tudo”
Ator: Selton Mello
Atriz: Fernanda Torres
Com quem gostaria de contracenar: “Tem os clássicos, que são Tony Ramos e Fernanda Montenegro. Acho que nunca mais teremos profissionais como eles na televisão. São únicos”
Se não fosse atriz, seria: Pediatra
Humorista: Fábio Porchat
Novela preferida: O Clone, de Glória Perez
Cena inesquecível na TV: “Quando a Ágata, minha personagem em Os Mutantes, encontrava a mãe morta no meio da floresta. Gostei muito do meu trabalho ali”
Abertura de novela: Uga Uga, de Carlos Lombardi
Vilão marcante: Brandão, vivido por Luís Guilherme em Bicho do Mato
Personagem mais difícil de compor: Ágata, da trilogia Caminhos do Coração, na Record
Papel com mais retorno de público: Ágata, da trilogia Caminhos do Coração
Par romântico inesquecível: Jack e Rose, de Leonardo DiCaprio e Kate Winslet, no filme Titanic
Com quem gostaria de fazer um par romântico: Ashton Kutcher
Programa de humor: Pânico na TV!, da Rede TV!
Que novela gostaria que fosse reprisada: América, exibida pela Globo em 2005
Que papel gostaria de representar: “Uma grande vilã”
Filme: O Menino do Pijama Listrado, de Mark Herman, lançado em 2008
Livro: A Menina que Roubava Livros, de Markus Zusak
Autor: Woody Allen
Diretor: Tim Burton
Medo: “De perder minha família”
Mania: “De dormir balançando o pé”
Projeto: “Me juntar com amigos e fazer um curta-metragem. Quero dirigir”
Nascimento: 21 de abril de 1995, em Brasília
Primeira aparição na TV: Em Bicho do Mato, exibida pela Record em 2006, como Jaci
Atuação inesquecível: “Na minha estreia, em Bicho do Mato. Eu não tinha técnica nenhuma, minha interpretação era pura emoção”
Interpretação memorável: Selton Mello protagonizando o filme Meu Nome Não É Johnny, de Mauro Lima, lançado em 2008
Momento marcante na carreira: “Eu estava na rua, jogando bola com meu irmão e amigos. Minha mãe me chamou do portão e disse que tinham ligado da Record, que eu tinha de ir para o Rio no dia seguinte. E, assim, nos mudamos”
Ao que assiste: “Filmes. E não perco a minha novela. Só não vejo se estiver trabalhando”
Ao que nunca assiste: Canais de esporte
O que falta na TV: “Espaço para o cinema brasileiro e, principalmente, para os curtas-metragens. Tirando o Canal Brasil, não vejo ninguém exibindo”
O que sobra na TV: “Acho que não precisava sair nada, só redistribuir melhor o espaço. Dá para ter de tudo”
Ator: Selton Mello
Atriz: Fernanda Torres
Com quem gostaria de contracenar: “Tem os clássicos, que são Tony Ramos e Fernanda Montenegro. Acho que nunca mais teremos profissionais como eles na televisão. São únicos”
Se não fosse atriz, seria: Pediatra
Humorista: Fábio Porchat
Novela preferida: O Clone, de Glória Perez
Cena inesquecível na TV: “Quando a Ágata, minha personagem em Os Mutantes, encontrava a mãe morta no meio da floresta. Gostei muito do meu trabalho ali”
Abertura de novela: Uga Uga, de Carlos Lombardi
Vilão marcante: Brandão, vivido por Luís Guilherme em Bicho do Mato
Personagem mais difícil de compor: Ágata, da trilogia Caminhos do Coração, na Record
Papel com mais retorno de público: Ágata, da trilogia Caminhos do Coração
Par romântico inesquecível: Jack e Rose, de Leonardo DiCaprio e Kate Winslet, no filme Titanic
Com quem gostaria de fazer um par romântico: Ashton Kutcher
Programa de humor: Pânico na TV!, da Rede TV!
Que novela gostaria que fosse reprisada: América, exibida pela Globo em 2005
Que papel gostaria de representar: “Uma grande vilã”
Filme: O Menino do Pijama Listrado, de Mark Herman, lançado em 2008
Livro: A Menina que Roubava Livros, de Markus Zusak
Autor: Woody Allen
Diretor: Tim Burton
Medo: “De perder minha família”
Mania: “De dormir balançando o pé”
Projeto: “Me juntar com amigos e fazer um curta-metragem. Quero dirigir”
Fonte: Site Terra
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